Você já se vacinou? Confira o Calendário de Vacinação – Ministério da Saúde – Brasil

Você já se vacinou? Confira o Calendário de Vacinação – Ministério da Saúde – Brasil

Segue abaixo tabela com o calendário de vacinação.

Não deixe de se vacinar!

Se você deseja ser lembrado de todas as datas ao longo do ano deixe abaixo as formas de contato desejada para ser lembrado (carta, e-mail ou sms) que lhe enviaremos um breve lembrete a cada data para que você nunca mais se esqueça de estar em dia com a sua saúde e a de seus familiares e entes queridos:

Segue abaixo tabela de vacinação específica para os povos indígenas:

Antes de viajar, confira o cartão de vacinação contra a febre amarela

Considerada uma doença sazonal, com maior incidência entre dezembro e maio, a medida mais importante para prevenção e controle da febre amarela é a vacinação. Por este motivo, o Ministério da Saúde alerta que, toda a população que reside ou que se desloque para regiões silvestres, rurais ou de mata de áreas com recomendação de vacina (ACRV), deve se imunizar. Com eficácia acima de 95%, o imunobiológico é reconhecidamente seguro e deve ser tomado no mínimo 10 dias antes da exposição a situações de risco, já que os anticorpos protetores aparecem entre o sétimo e décimo dia após a aplicação. A vacina contra a febre amarela está disponível, gratuitamente, nos postos de saúde, em todos os municípios do Brasil.

A Organização Mundial da Saúde considera que apenas uma dose da vacina já é suficiente para a proteção por toda a vida. No entanto, como pode haver queda na imunidade com o tempo de vacinação, o Ministério da Saúde definiu a manutenção de duas doses da vacina Febre Amarela no Calendário Nacional de Vacinação, conforme quadro abaixo:

Faixa etária

Esquema vacinal

9 meses

01 dose

4 anos

Reforço

5 a 59 anos

02 doses

Além da vacinação, as pessoas que planejam turismo rural, pescaria, visitação de reservas naturais, parques ecológicos, cachoeiras, rios, florestas, parques urbanos, bem como aqueles que praticam atividades laborais relacionadas ao extrativismo, à fauna e à flora em ambientes rurais e silvestres, devem adotar outras medidas de prevenção, tais como: utilizar roupas que proteja todo o corpo (sapato fechado, camisa de manga longa e calça comprida), usar repelentes e evitar ou reduzir a exposição no horário de maior risco (9h às 16h).

Apesar da alta eficácia do imunobiológico, o Ministério da Saúde alerta que nos casos de pacientes com imunodeficiência, a administração desta vacina deve ser condicionada a avaliação médica individual de risco-benefício e não deve ser realizada em caso de imunodepressão grave.

Indivíduos com história de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovo de galinha e seus derivados, gelatina e outros produtos que contêm proteína animal bovina), assim como pacientes com história pregressa de doenças do timo (miastenia gravis, timoma, casos de ausência de timo ou remoção cirúrgica), também devem buscar orientação de um profissional de saúde.

Contraindicações

  • Crianças com menos de 6 meses de idade
  • Gestantes
  • Pacientes com imunossupressão de qualquer natureza, como:

Pacientes infectados pelo HIV com imunossupressão grave, com a contagem de células CD4 <200 células/mm3 ou menor de 15% do total de linfócitos, para crianças com menos de 6 anos de idade.Pacientes em tratamento com drogas imunossupressoras (corticosteroides, quimioterapia, radioterapia, imunomoduladores).Pacientes submetidos a transplante de órgãos.Pacientes com imunodeficiência primária.Pacientes com neoplasia.

A doença

A febre amarela é uma doença grave, com dois ciclos epidemiológicos distintos de transmissão: silvestre e urbano, que acomete tanto homens quanto macacos, e que é transmitida pela picada de mosquitos silvestres (febre amarela silvestre) ou do Aedes aegypti (febre amarela urbana). No Brasil, desde 1942, não há registro da febre amarela urbana, mas há surtos e casos esporádicos de febre amarela silvestre, como os recém registrados em SP, que têm sido acompanhados pelo Ministério da Saúde.

Outras informações sobre a doença estão disponíveis no site oficial do Ministério da Saúde.

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